O FaceApp, aplicativo que transforma selfies de homem em mulher e vice-versa, além de mostrar como a gente vai ficar no futuro, voltou a ficar na moda no Brasil e está cercado de polêmicas há anos. O app é acusado de “roubar” seus dados por causa de sua política de privacidade.

Pode “roubar” seus dados?
Dependendo da interpretação, a política de privacidade e os termos de uso dariam à Wireless Lab, empresa russa responsável pelo app, a possibilidade de coletar alguns de seus dados, como:
🔴As fotos que são escolhidas pelo usuário;
🔴A banda consumida pelo app;
🔴O histórico de compras e informações de redes sociais;
🔴O modelo do celular; Resolução da tela; Tipo de sistema operacional e alguns dados de sua navegação online.

A Wireless Lab diz que essas informações são usadas para melhorar o app, direcionar anúncios e para prevenir fraudes. Também diz que os dados podem se tornar anonimizados, ou seja, sem informações pessoais que identifiquem o usuário. Os termos de uso também dão à empresa uma licença livre de royalties para usar as fotos do usuário para fins publicitários, sem pedir autorização.

A empresa jura que, apesar de tudo, não compartilha informações com terceiros e que usa as fotos exclusivamente para o propósito do aplicativo. Vale lembrar que outras grandes empresas americanas de tec também coletam muitas coisas, como o Google e o Facebook, com promessas e avisos parecidos com os da Wireless Lab.

A Wireless Lab jura que não repassa as fotos para ninguém. Mas, por causa das brechas deixadas pelo termo de uso, ninguém pode garantir isso. Um dos perigos seria o da empresa vender as imagens dos rostos para empresas que podem usar as fotos para reconhecimento facial.

Além disso, como as imagens estão em servidores de terceiros, podem ser roubadas por cibercriminosos e até mesmo serem usadas para falsificação de documentos, conforme um alerta da empresa de segurança Kaspersky.

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